Anúncio de cannabis reprovado raramente é azar. Quase sempre é falta de método.
Cada plataforma tem sua própria política pra cannabis, e elas mudam toda hora. O Google restringe certos termos. O Meta reprova criativo por uma palavra específica. O TikTok tem regra própria. O LinkedIn é mais rígido ainda. Quem anuncia sem conhecer esse terreno coleciona reprovação, advertência e, lá na frente, o banimento da conta, perdendo o budget e todo o aprendizado do pixel junto.
Eu monto campanha que respeita a diretriz de cada canal sem abrir mão de performance. Sei qual termo evitar, qual formato passa na moderação, como estruturar a landing pra não derrubar a campanha e como escalar sem disparar alerta de política.
O resultado não para em "anúncio no ar". É anúncio rodando, convertendo, com a conta protegida e o budget indo pra tráfego qualificado em vez de clique que nunca vira paciente ou cliente.
Google Ads para cannabis
Campanhas de busca e display estruturadas dentro das políticas do Google, com seleção de termos e segmentação que passam pela revisão.
Meta Ads (Instagram e Facebook)
Criativos e copys desenhados para aprovar na moderação do Meta, com estratégia de funil que contorna restrições sem violá-las.
TikTok Ads
Campanhas na plataforma de maior crescimento entre o público jovem, com criativos nativos que performam sem cair na moderação de cannabis.
LinkedIn Ads (B2B)
Para quem vende para clínicas, farmácias e distribuidores: campanhas B2B que falam direto com decisores do setor cannábico.
Estratégia de budget e escala
Distribuição de verba por canal e fase de funil, com escala progressiva que não dispara alertas de política nem queima a conta.
Proteção e recuperação de conta
Estrutura preventiva para evitar banimentos e protocolo de resposta caso uma conta seja sinalizada ou suspensa.